sábado, 28 de maio de 2011

MEDITE NESTAS PALAVRAS

Ame, apaixone-se, erre, erre quantas vezes forem necessárias. Sorria, brinque, chore, beije, morra de amor, sinta, sonhe, cante, grite, viva...
O fim nem sempre é o final, a vida nem sempre é real, a roda nem sempre é gigante, o passado nem sempre passou, o presente nem sempre ficou, o hoje nem sempre é agora. O tempo... o tempo não pára!
Se for para aquecer, que seja com o sol, se for para enganar que seja o estômago, se for para chorar que se chore de alegria, se for para mentir que seja na idade, se for para roubar que se roube um beijo, se for para perder, que seja o medo, se for para cair, que seja na gandaia, se existir guerra, que seja de travesseiros, se existir fome, que seja de amor, se for para ser feliz que seja o tempo todo...
Não sei se estou perto ou longe de mais, se segui o rumo certo ou errado.
Sei apenas que sigo em frente, vivendo dias iguais de forma diferente. Já não caminho mais sozinho, levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria, o facto de saber que já não sou o mesmo de ontem faz-me perceber que valeu a pena...
N.N.

domingo, 1 de maio de 2011

À TOUS MES AMIS

Sujet, verbe et compliment

«Où les trouver, les mots magiques
Qui diront ce que je ressens?
Pour l'exprimer, le plus pratique,
C'est "sujet, verbe et compliment"!

Le sujet, c'est le sentiment
Que donnent l'amour et l'amitié
Prodigués sans calculs savants
Par ceux sur qui on peut compter.

Le verbe, c'est "aimer, donner,
Comprendre, aider, parler, sourire"
Ils se conjuguent pour créer
Les déclinaisons du plaisir.

Le compliment, c'est le "merci"
Que je voudrais dire simplement
A ceux et celles qui croisent ma vie
Et m'offrent une parcelle de leur temps......

Car le présent si imparfait
Ne prend son sens qu'avec autrui
Et la règle pour bien l'accorder
Passe par l'amour et les amis!»
Sophie

DIA DA MÃE - EM MEMÓRIA...


Uma criança que estava prestes a nascer perguntou a Deus:- Dizem-me que vou ser enviado à terra amanhã... Como vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?
E Deus disse:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para ti. Ele estará à espera e tomará conta de ti.
Criança: - Mas diga-me: Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?
Deus: - O teu anjo cantará e sorrirá para ti... a cada dia, a cada instante, tu sentirás o seu amor e serás feliz.
Criança: - Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?
Deus: - Com muita paciência e carinho, o teu anjo ensinar-te-á a falar.
Criança: - E o que farei quando eu quiser falar contigo?
Deus: - O teu anjo juntará as suas mãos e ensinar-te-á a rezar. Criança: - Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá? Deus: - O teu anjo te defenderá mesmo que o faça arriscando a sua própria vida.
Criança: - Mas eu estarei sempre triste porque não Te verei mais. Deus: - O teu anjo sempre te falará sobre Mim, te ensinará a maneira de vir a Mim, e eu estarei sempre dentro de ti.
Nesse momento havia muita paz no céu, mas as vozes da terra já podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu suavemente:
- Oh! Deus estou quase a ir embora, mas diz-me agora, por favor, o nome do meu anjo.
E Deus respondeu:
-Tu chamarás o teu anjo… MÃE!
Autor desconhecido



PARECENÇAS...

A PROPÓSITO DA SITUAÇÃO QUE SE VIVE ACTUALMENTE EM PORTUGAL, ENCONTREI ESTA “PÉROLA” QUE ACHEI POR BEM GUARDAR SEM TRADUZIR PARA NÃO DESVIRTUAR, EVENTUALMENTE, O SEU SENTIDO.


Colbert et Mazarin sous LOUIS XIV

C'est en effet assez troublant...
Certaines "recettes" semblent conserver leurs efficacités à travers les
siècles...

Colbert: Pour trouver de l'argent il arrive un moment où tripoter ne suffit plus. J'aimerais que Monsieur le Surintendant m'explique comment on s'y prend pour dépenser encore quand on est déjà endetté jusqu'au cou ?
Mazarin: Quand on est un simple mortel, bien sûr, et qu'on est couvert de dettes, on va en prison. Mais l'Etat lui, c'est différent. On ne peut pas jeter l'Etat en prison. Alors, il continue, il creuse la dette! Tous les Etats font ça.
Colbert: Ah oui? Vous croyez? Cependant, il nous faut de l'argent. Et comment en trouver quand on a déjà créé tous les impôts imaginables?
Mazarin: On en crée d'autres.
Colbert: Nous ne pouvons pas taxer les pauvres plus qu'ils ne le sont déjà.
Mazarin: Oui, c'est impossible.
Colbert: Alors, les riches?
Mazarin: Les riches, non plus. Ils ne dépenseraient plus. Un riche qui dépense fait vivre des centaines de pauvres.
Colbert: Alors, comment fait-on ?
Mazarin: Colbert, tu raisonnes comme un fromage (comme un pot de chambre sous le derrière d'un malade !) il y a quantité de gens qui sont entre les deux, ni pauvres, ni riches. Des Français qui travaillent, rêvant d'être riches et redoutant d'être pauvres ! C'est ceux-là que nous devons taxer, encore plus, toujours plus ! Ceux-là ! Plus tu leur prends, plus ils travaillent pour compenser c'est un réservoir inépuisable.
(Extrait du Diable Rouge – pièce de théâtre écrite par Antoine Rault)
Pour une fois qu'un message qui circule sur internet est relativement Intelligent il est intéressant de le faire suivre à un maximum d'amis (D'opinions diverses) juste pour enrichir leur culture (si besoin en était). Il faut juste transférer de 4 siècles mais effectivement rien n'a changé dans ce monde...











quinta-feira, 21 de abril de 2011

O QUE A VIDA ME ENSINOU


A vida ensinou-me a dizer adeus às pessoas que amo, sem as tirar do meu coração. A vida ensinou-me a sorrir às pessoas que não gostam de mim, para lhes mostrar que sou diferente do que elas pensam.
A vida ensinou-me a fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade.
A vida ensinou-me a aprender com os meus erros. A vida ensinou-me a sorrir até quando, por vezes, as lágrimas me toldam o olhar. A vida ensinou-me a ser forte quando os que amo estão com problemas. A vida ensinou-me a ser carinhoso com todos os que precisam do meu carinho. A vida ensinou-me a ouvir todos os que só precisam de desabafar. A vida ensinou-me a amar os que me magoam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafectos.
A vida ensinou-me a perdoar sem reservas. A vida ensinou-me a amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor. A vida ensinou-me a pedir perdão, a sonhar acordado, a acordar para a realidade.
A vida ensinou-me que na FAMILIA só a paciência, a tolerância, o respeito mútuo, o saber perdoar, poderão fazer com que os seus elos se mantenham sempre em bom estado de conservação.
Ser feliz não é ter muito dinheiro. Ser feliz é estar rodeado de gente que também se sente feliz quando está connosco.

quinta-feira, 31 de março de 2011

OS FILHOS DA CUNHA

Os filhos da cunha são, geralmente, mal preparados, mandriões, e vaidosos. E mesmo quando protegidos por um “canudo” à guisa de bóia de salvação, nem assim conseguem flutuar e disfarçar a sua incompetência. Os filhos da cunha têm acesso aos tachos mercê da influência de um amigo, de um compadre, de um condiscípulo ou até mesmo da amásia de um primo do presidente ou do director-geral. Raramente entram por dinheiro, mas a sua entrada fica registada e mais tarde pode ser-lhes pedida uma contrapartida que varia conforme o sexo. Os filhos da cunha vivem bem, não têm preocupações, dormem a sono solto, não têm necessidade de contar as moedas pretas e, no fim do mês, recebem um salário que não merecem, mas que lhes é devido pelo seu estatuto de funcionários do “Instituto da Cunha”. Têm gabinete próprio, uma extensão telefónica, uma mesa a abarrotar de papéis que uma filha da cunha lhes traz diariamente. Mas que não consultam… Ali ficam até que os interessados os reclamem. Quando não, catrapus, lixo com eles!... Os filhos da cunha têm um estatuto próprio e o seu protector ou protectora asseguram-lhes uma impunidade absoluta. Geralmente não entram em conflitos, não trabalham, mas também não têm opinião. Os filhos da cunha são subservientes e bajuladores na presença do protector, mas críticos e mal-agradecidos na sua ausência. Os filhos da cunha são, regra geral, adeptos de um clube de futebol da primeira divisão, mas em ambiente desconhecido nunca denunciam, por questões que lhes foram impostas, a sua verdadeira cor clubística – é de bom-tom agradar a gregos e troianos e nunca provocar discussões que conduzam a indagações sobre a maneira como entraram para a Instituição. Os filhos da cunha, no capítulo da política, usam o método camaleónico: mudam de cor conforme mudam as ideologias – dizem com todos, quer seja com os que estão no Governo, quer com os que lhes fazem oposição. E é por isso que, geralmente, sobrevivem a todas as mudanças de regime embrulhados nas suas capas furta-cores. Os filhos da cunha não são, no entanto, todos iguais. Uns são mais espertos do que outros. Enquanto uns se acomodam e se contentam com o lugar e vencimento que têm, outros tentam voar mais alto e chegam a atingir grandes altitudes…. Os filhos da cunha são cada vez mais e encontram-se por todo o lado, mas em maior número nas grandes empresas, nas autarquias, nos hospitais, nas direcções-gerais e até mesmo nos ministérios. É uma “praga” difícil de exterminar, porque muitos deles, entretanto, vão procriando e, assim, os filhos da cunha nunca acabam…