No dia 02 de Abril de 2013 plantámos também no meu quintal dois abacateiros. O abacateiro cujo fruto é o abacate, também designado como pera-abacate em Moçambique e na Madeira é da família das Laureaceas.É uma árvore de grande porte, de crescimento rápido, ultrapassando os 30 metros de altura, oriunda da América Central e do México. Os frutos são bagas ovóides ou piriformes (em forma de pera, de casca verde-escuro e polpa cremosa, adocicada, rica em gordura, de cor verde-clara ou amarelada, com uma única semente grande esférica, de 3 a 5 cm de diâmetro (7 a 20 cm de comprimento e pesam de 10 0 a 1000). Esta planta prefere solos férteis e húmidos e clima ameno a quente, de modo que prefere climas tropicais ou subtropicais. 
Este espaço, agora criado, vai funcionar como uma espécie de sótão onde se vão amontoando coisas velhas, usadas e outras que se guardam por questões sentimentais. É assim uma espécie de "santuário" onde me refugio de vez em quando, onde recordo o passado, onde vivo o presente e onde tento esquecer o "amanhã" ou essa inexorável lei da vida...
sexta-feira, 12 de abril de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
DA MINHA JANELA...
Depois de um sábado primaveril eis que o
Domingo acorda carrancudo acompanhado por um ventinho frio vindo da Serra da Estrela,
que lá ao longe se mostra vestida de branco.
São nove da manhã e, pela janela do
quarto, espreito a rua. Tudo é silêncio e quietude. Até as andorinhas, talvez
pela baixa temperatura, ainda não se mostraram. Da passarada, apenas no
cocuruto do azevinho arrulha um casal de rolas. Dir-se-ia um par de namorados
trocando juras de amor!...
Há pouco as badaladas dos sinos da
Igreja, reboando por estes campos desertos, anunciaram as cerimónias
dominicais. De algumas chaminés o fumo sobe em espirais e vai desenhando
figuras fantasmagóricas. Lá longe, estrelejam foguetes, lembrando que a Páscoa
ainda não acabou. É Domingo de Pascoela e a “Visita pascal”, o “Compasso “ainda
continua percorrendo as casas em aldeias dispersas pela Serra. Aqui em casa persiste
o cheiro característico dos folares. Folares modernos, sem aquele ovo no meio
previamente tingido com cascas de cebola!
Ah! Pascoa da minha infância já tão
longe!...
terça-feira, 2 de abril de 2013
sábado, 23 de março de 2013
A G R A D E C I M E N T O
Fez no dia 10 de Março
de 2013, três meses que aos meus 206 ossos do esqueleto se juntou um “objecto
estranho” que já foi adoptado, e faz parte integrante desta velha ossatura com
86 anos de existência.
Assinalo o dia à guisa
de agradecimento a Alguém que sempre me tem acompanhado nos momentos mais
difíceis desta caminhada e a toda a minha tribo a começar pela matriarca e
todos os seus membros pela sua dedicação, carinho e amor com que sempre me têm
tratado e que, por isso fizeram com que eu esteja de novo aqui no meu cantinho,
contente e feliz!
terça-feira, 5 de março de 2013
VELHO?...
Não
sei porquê, mas a palavra VELHO está a perder, quanto a mim, o seu verdadeiro
significado. Na maior parte das vezes (será por compaixão?) é substituída por
IDOSO.
Será
assim a palavra VELHO tão "ofensiva" e preconceituosa que seja
preciso, em nome de uma "caridade" farisaica, pintá-la de uma
"côr" que não é a sua?
As
letras que a compõem só por si são duma beleza ímpar:
V de vida, (que
nem sempre foi a que gostávamos...)
E de
experiência, (que teimam em não a aproveitar...)
L de loucura,
(que todos temos um pouco...)
H de horizonte,
(com que todos sonhamos...)
O de olhar, (de
tanta coisa ver, de olhar a rir, a chorar...)
Não
importam as palavras. Importa, isso sim, o amor, o carinho, o respeito... Porque
afinal fomos nós, OS VELHOS, a origem do vosso ser. Alguém discorda?
domingo, 3 de março de 2013
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