domingo, 25 de agosto de 2013

ATÉ SEMPRE...

Alguém disse um dia «que a morte interrompe os sonhos da vida de quem parte e deixa uma sofrida saudade em quem fica...»
Desta feita, com as suas garras aduncas, ela desenrolou o pergaminho e indiferente a tudo e a todas as súplicas - de pais, marido, filhos, familiares e amigos - fez a chamada e escolheu-te a ti...
E pôs fim aos teus sonhos. Trocou as voltas, baralhou os nossos projectos, deixou o teu lugar vazio e avivou em nós aquela espécie de remorso, aquele arrependimento por não termos aproveitado melhor os momentos de convívio - um sentimento que sempre nos invade quando um amigo nos deixa. 
E aqui estou eu, debruçado à janela do tempo, recordando o teu espontâneo sorriso de sempre, mesmo quando as adversidades te batiam à porta. E tantas vezes isso aconteceu… Que estejas em paz, onde quer que te encontres. Eu não te esquecerei!... 

terça-feira, 4 de junho de 2013

FESTA DO "CORPO DE CRISTO" NO TOURIGO

 
CELEBRAÇÃO DO “CORPO DE CRISTO”NO TOURIGO

A festa de CORPUS CHRISTI, expressão latina que significa CORPO DE CRISTO, é uma das mais importantes do calendário católico e visa reverenciar a EUCARISTIA, na qual, segundo a crença, Cristo se encontra presente, sob as aparências do pão e do vinho, alma e divindade. Efetivada anualmente na quinta-feira após o domingo que sucede o Dia de Pentecostes, outra solenidade litúrgica, a sua principal cerimônia consiste numa tradicional procissão. Esse cortejo, em muitas localidades, segue por ruas enfeitadas com trabalhos artesanais, cujos temas são predominantemente religiosos e geralmente elaborados pelos próprios membros das comunidades, que, entre outros materiais, utilizam-se de pétalas de rosas e resquícios de madeira.
Esta solenidade católica foi celebrada pela primeira vez sob o pontificado do Papa Urbano IV no ano de 1264 e realizava-se sempre na Quinta-feira após o Domingo da Santíssima Trindade.
No entanto, os tempos mudam e as tradições são desprezadas, algumas sem qualquer motivo que o justifique. A festa do Corpo de Deus não escapou aos ventos da História e passou a ser celebrada no Domingo a seguir, mas nem por isso, no Tourigo, se deixou “morrer” a tradição.
E neste ano de 2013, o primeiro dessa mudança manteve-se todo o antigo ritual, fazendo passadeiras de flores nas ruas.
De ano para ano e apesar do sacrifício que esse trabalho acarreta, nota-se a vontade de fazer cada vez melhor. As passadeiras de flores com desenhos alusivos à solenidade, e os arranjos feitos nos sítios mais emblemáticos por onde passa a procissão fazem com que nesse dia a povoação se torne diferente e ofereça um cenário de cor e alegria. 
É impossível atribuir uma classificação a esses conjuntos de variadas cores em que os símbolos religiosos têm destaque principal, pois todos eles merecem elogios e são feitos com o mesmo sentimento de fazer da festa do Corpo de Deus, um dia diferente.
O trabalho começa algumas noites antes quando os grupos se reúnem para preparar as diversas espécies de verdura, cortando os arbustos em pequenos pedaços. Na véspera, no final do dia, começa a recolha de pétalas de casa em casa. No próprio dia, manhã cedo, começa a colocação dos moldes para as passadeiras e o trabalho dos arranjos nos lugares acima indicados.
Cerca das 6 horas da manhã é grande a azáfama. Tractores carregados de verduras e flores, muita gente, jovens e outros nem tanto, movimentam-se pelas ruas preparando os tapetes para a procissão.
E como o sol começa a aquecer, eis os "aguadeiros" de máquinas às costas borrifando passadeiras e símbolos para que as pétalas conservem toda a sua frescura e beleza...  
Segue-se a celebração da Eucaristia, terminando a festa com a procissão que percorre o habitual percurso, todo ele transformado num tapete de cores variadas e de símbolos religiosos qual deles o mais bem concebido!...
Este ano foram muitos os forasteiros que vieram apreciar esse magnífico espectáculo de cores e que levaram com eles, como recordação, belas imagens desta linda terra, no fim do concelho e que faz fronteira com o concelho de Mortágua! 




domingo, 14 de abril de 2013

Un jour très spécial...
Un anniversaire de mariage, c'est tout à la fois une occasion de faire la fête et le moment de faire un bilan. On célèbre la vigueur d'un amour qui dure, on se félicite d'avoir traversé des épreuves sans avoir jamais cessé de s'épauler. C'est également le moment de  se dire à nouveau la force de leur engagement, que ce soit dans un moment intime et privé ou aux yeux de tous lors d'une célébration qui réunit famille et amis. Quoiqu'il en soit, un anniversaire de mariage constitue toujours un moment spécial, même s’il est fêté plus simplement en tête à tête, ce qui a également son charme !....
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sexta-feira, 12 de abril de 2013

ADENDA A 02 DE ABRIL DE 2013 - Azáfama no meu quintal

No dia 02 de Abril de 2013 plantámos também no meu quintal dois abacateiros. O abacateiro cujo fruto é o abacate, também designado como pera-abacate em Moçambique e na Madeira é da família das Laureaceas.É uma árvore de grande porte, de crescimento rápido, ultrapassando os 30 metros de altura, oriunda da América Central e do México. Os frutos são bagas ovóides ou piriformes (em forma de pera, de casca verde-escuro e polpa cremosa, adocicada, rica em gordura, de cor verde-clara ou amarelada, com uma única semente grande esférica, de 3 a 5 cm de diâmetro (7 a 20 cm de comprimento e pesam de 10 0 a 1000). Esta planta prefere solos férteis e húmidos e clima ameno a quente, de modo que prefere climas tropicais ou subtropicais. 


domingo, 7 de abril de 2013

DA MINHA JANELA...

  
Depois de um sábado primaveril eis que o Domingo acorda carrancudo acompanhado por um ventinho frio vindo da Serra da Estrela, que lá ao longe se mostra vestida de branco.
São nove da manhã e, pela janela do quarto, espreito a rua. Tudo é silêncio e quietude. Até as andorinhas, talvez pela baixa temperatura, ainda não se mostraram. Da passarada, apenas no cocuruto do azevinho arrulha um casal de rolas. Dir-se-ia um par de namorados trocando juras de amor!...  
Há pouco as badaladas dos sinos da Igreja, reboando por estes campos desertos, anunciaram as cerimónias dominicais. De algumas chaminés o fumo sobe em espirais e vai desenhando figuras fantasmagóricas. Lá longe, estrelejam foguetes, lembrando que a Páscoa ainda não acabou. É Domingo de Pascoela e a “Visita pascal”, o “Compasso “ainda continua percorrendo as casas em aldeias dispersas pela Serra. Aqui em casa persiste o cheiro característico dos folares. Folares modernos, sem aquele ovo no meio previamente tingido com cascas de cebola!
Ah! Pascoa da minha infância já tão longe!...
 



sábado, 23 de março de 2013

A G R A D E C I M E N T O


Fez no dia 10 de Março de 2013, três meses que aos meus 206 ossos do esqueleto se juntou um “objecto estranho” que já foi adoptado, e faz parte integrante desta velha ossatura com 86 anos de existência.
Assinalo o dia à guisa de agradecimento a Alguém que sempre me tem acompanhado nos momentos mais difíceis desta caminhada e a toda a minha tribo a começar pela matriarca e todos os seus membros pela sua dedicação, carinho e amor com que sempre me têm tratado e que, por isso fizeram com que eu esteja de novo aqui no meu cantinho, contente e feliz!



terça-feira, 5 de março de 2013

VELHO?...


 Não sei porquê, mas a palavra VELHO está a perder, quanto a mim, o seu verdadeiro significado. Na maior parte das vezes (será por compaixão?) é substituída por IDOSO.
Será assim a palavra VELHO tão "ofensiva" e preconceituosa que seja preciso, em nome de uma "caridade" farisaica, pintá-la de uma "côr" que não é a sua?
As letras que a compõem só por si são duma beleza ímpar:
V de vida, (que nem sempre foi a que gostávamos...)
E de experiência, (que teimam em não a aproveitar...)
L de loucura, (que todos temos um pouco...)
H de horizonte, (com que todos sonhamos...)
O de olhar, (de tanta coisa ver, de olhar a rir, a chorar...)
Não importam as palavras. Importa, isso sim, o amor, o carinho, o respeito... Porque afinal fomos nós, OS VELHOS, a origem do vosso ser. Alguém discorda?

domingo, 27 de janeiro de 2013

OS MEUS CINCO NETOS


Nestes tempos de evolução constante e de mudanças inesperadas é sempre difícil reunir a família, sobretudo os elementos mais novos, aqueles que têm os seus empregos e que por via disso não podem, de antemão, fazer previsões!
É o meu caso. Com netos no Norte e no Sul e um em Inglaterra, mais complicado se torna juntar toda a tribo.
No entanto, conseguimos conciliar as coisas para que a reunião se realizasse com todos no dia 16 de Dezembro de 2012...Porém, como o homem põe e Deus dispõe, ainda não foi desta. Com tudo preparado, eis que sou chamado para fazer a cirurgia esperada já há algum tempo!
E faltei à chamada!... Mas a reunião realizou-se, pois tudo estava preparado.
Toda este intróito para publicar a fotografia dos meus cinco netos registada nesse dia, portanto, a mais recente.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

FOGÃO A LENHA E VELAS DE CERA


Depois de uma noite de chuva intensa e de ventos fortíssimos na noite de sexta, 18, para sábado, 19, derrubando árvores e causando imensos prejuízos, cerca das 12 h 30 de sábado, uma falha no abastecimento de energia eléctrica deixou tudo às escuras.
Espreitando pela janela, as rajadas de vento faziam vergar as árvores, fustigava-as e as laranjas atapetavam o chão. O cedro no quintal de baixo não resistiu e tombou sobre o muro…
Entretanto, cá em casa, a rotina alterou-se: com a falta de energia eléctrica, não havia, telefone, televisão, rádio, Internet, aquecimento e até os telemóveis deixaram de funcionar!
De repente, lembrei-me dos meus tempos passados sob os trópicos e da maneira como vivia sem ter necessidade das tecnologias de agora e como me precavia em alimentos e em tudo, pois só de mês a mês o barco no-los trazia!
A necessidade aguça o engenho e as lições que aprendemos ao longo da vida fazem com que, mesmo em situações de catástrofe, não percamos o norte.
E refugiámo-nos na cozinha, onde impera o velho fogão a lenha!  E pronto, estava resolvido o problema. Acendemos umas velas e ali ficámos quentinhos à espera da electricidade que só viria no dia seguinte, às 17 horas.
Foram 29 horas de escuridão… mas “sobrevivemos” sem televisão, sem telefone, sem Internet, isto é, sem as novas tecnologias. Com o fogão a lenha tivemos aquecimento, água quente, onde preparar as refeições e, ao mesmo tempo, tirámos de tudo isso grandes lições.
Uma delas foi a prova de que por mais inovações que apareçam, se pode viver recorrendo a práticas ancestrais, a objectos e utensílios tradicionais, como aconteceu neste caso.  
Uma outra lição e não menos importante é a de que devemos estar preparados para uma emergência como esta. E quem terá em casa velas ou lanternas, meios tradicionais de aquecimento, comida enlatada para evitar de abrir frigoríficos ou arcas, água potável e outros bens essenciais para uma sobrevivência de alguns dias?  Tenho estado a referi-me à falta de energia eléctrica, mas não devemos excluir quaisquer outras situações idênticas, como catástrofes naturais ou outros acontecimentos imprevisíveis.
A Protecção Civil, quanto a mim, deveria levar a cabo acções pedagógicas nesse sentido alertando os cidadãos para a necessidade de estarem prevenidos e acautelados para fazer face a tais situações.  





domingo, 2 de setembro de 2012

VISITA DOMINICAL AO MEU SÓTÃO








Não sei se convosco se passa o mesmo, mas eu tenho dias em que sinto necessidade de mudar a rotina, e nesta manhã de Domingo, 2 de Setembro de 2012, fui visitar o meu sótão e por entre coisas antigas encontrei objectos diversos que usei há muitos, muitos anos.
Duas máquinas de filmar em 8mm – uma Revere e uma Brownie de 1050 – um aparelho de cortar, um de colar a película, um de rebobinar, um projector de filmes e um projector de slides, e ainda uma caixa repleta de filmes e diversos diapositivos…
Mas toda esta “panóplia” de velharias tem a sua história que vos vou contar:
Imaginem um casal de jovens, ela de 20 e ele com 24anos, sós, nos confins de uma país africano num dos mais recônditos locais sob a linha do Equador, calor tropical e sem quaisquer contactos com o Mundo a não ser de quinze em quinze dias um barco vindo da capital que lhes trazia alguns mantimentos e correio. Ali passava os dias rodeado por plantações de borracha, café, fábricas de transformação e várias feitorias com lojas de comércio espalhadas por uma imensa área da floresta equatorial. E apareceu o primeiro filho. Depois o segundo. E havia que registar os seus primeiros passos. Primeiro foi uma máquina fotográfica do tempo e um “laboratório rudimentar” vindo da Bélgica, que constava de papel próprio, e dos líquidos para revelar a película tudo acompanhado de um folheto com as instruções. Ainda tenho fotos que revelei nos princípios da década 1950-1960!...
Depois foi uma Polaroid e em seguida as máquinas de filmar de que acima falei e que hoje se chamam câmaras de filmar! 
As bobines dos filmes em 8 mm. eram enviadas para a Bélgica ou para a África do Sul para revelar. A revelação era grátis, pois ela já estava incluída no preço do custo das ditas. Quando vinham, eram colocá-las na máquina de projecção e ver os meninos. Seguia-se a colagem dos filmes com os respectivos cortes com a ajuda do aparelho próprio e eis grandes bobines para ver e depois recordar. É o que faço hoje ao olhar toda estes “objectos”….

terça-feira, 7 de agosto de 2012

T E I M O S I A



Sempre a correr, em constante labuta,
Em eterna disputa,
Com o tempo…
Sempre a correr, sempre em frente,
Indiferente,
Aos anos que vamos transpondo!
Sempre a correr em constante labuta,
Em eterna luta,
Nós vamos correndo…
E ao fim do caminho chegados,
Cansados,
De tanto correr,
De tanto lutar
E mirrados
Pelo peso dos anos,
Dos desenganos,
Que nos fizeram curvar…
Mesmo então,
De olhos pisados
E o peito a arfar,
Lágrimas nos olhos a espreitar…
Mesmo assim, no fim do caminho
Sem saída p’ra escapar
Caem lágrimas de mansinho
Por não ser possível recomeçar!...

domingo, 5 de agosto de 2012

REFLEXÃO DE DOMINGO


É assim a vida. Tudo passa. As coisas boas e as ruins. A vida é uma espécie de motor que não pára. Mas que gira sem pressa, muito embora, de vez em quando, nos dê a impressão que ele acelera de mais ou que quase pára, mas que mesmo assim e nessas mudanças de ritmo nos faz sofrer ou ser felizes!
A vida moderna fez com que quase todos nós – não de maneira radical, nem totalmente – sejamos obrigados a reconstruir os nossos valores primordiais baseados noutro modelo diferente dos velhos valores do passado.
É que a geografia da ética e do moral, mudou de lugar e, em alguns aspectos, podemos até dizer que desapareceu. Tudo mudou. E mudou de tal maneira, que até a solidão se tornou artificial – basta um clique nas teclas de um computador para encontra o, ou a pretendente, que embora não se conheça pessoalmente, se pode escolher para o resto da vida!
A entrada na glória da nova modernidade requer sacrifícios bem mais possessivos dos que conhecemos no passado. E logo desde pequeno. São tantos os “chamamentos” que a criança passa logo da infância à puberdade e torna-se homem sem nunca ter sido rapaz…
A nós, os de idade mais avançada, resta-nos a hipótese de mergulharmos nas profundezas de nós mesmos, de acordar valores adormecidos, de os reformular e de os adaptar a esta era moderna. Só assim poderemos viver e perdurar no presente como gente do passado.
Um passado que o presente jamais consentirá a sua recriação. Há sol, há mar, há rios, mas cada vez há mais falta de luz, de água. Cada vez somos menos gente e mais animais... 


quarta-feira, 11 de julho de 2012

FESTA DO TAMQUE 2012




Revivendo a “FESTA DO TANQUE” 2012

 Como já escrevemos em anos transactos e seguindo costumes pagãos, revivendo a mitologia e também em homenagem às Divindades do Mar e das Águas – as Sereias – realizou-se nos dias 6, 7 e 8 de Julho de 2012 a chamada “Festa do Tanque” que reuniu gentes do Norte e Sul do País. O local escolhido foi uma mansão beirã onde existe um reservatório de 30.000 litros de água construído em granito que remonta aos primórdios do século IXX. O local é aprazível, e o reservatório, elevado à categoria de piscina, está rodeado de vinhedos e de glicínias que o bordejam e lhe conferem uma beleza rústica de fazer inveja às pérgulas dos solares antigos descritos nas páginas dos livros dos nosso grande escritor Júlio Dinis! E foi nesse cenário maravilhoso, em convívio familiar e alegre que se desenrolaram os festejos, interrompidos de quando em vez por umas degustações pantagruélicas e libações a condizer. O momento alto da festa teve lugar no dia 07 , sábado, em que apesar da inclemência do tempo, devido a uma greve da equipa de S. Pedro que resolveu não fechar as torneiras do céu, os participantes cumpriram rigorosamente a primeira parte do ritual procedendo aos habituais grelhados, ao mesmo tempo que iam degustando vários aperitivos e petiscos acompanhados por libações de diversas e variadas bebidas com predominância para as minis “bejecas”! Cerca das 14 horas teve início a segunda parte já com os participantes bem instalados à volta da mesa e saboreando um suculento, variado e requintado almoço. Antes da refeição foi lembrado com um brinde um dos membros ausente, o André, que labuta em terras de Sua Majestade Britânica e não pode estar presente. A festa continuou à noite com vários divertimentos, nomeadamente, jogos de cartas e outros. Era já domingo quando todos se dirigiram aos seus “aposentos” onde os esperava Morfeu. No Domingo, a “Moamba”, preparada pela Chefe Mor, e outros acepipes chegaram à mesa cerca das 14 horas e todos lhes prestaram as devidas honras pantagruélicas. Da família, faltou apenas o artista, mas também esteve presente, porque assistimos, via Internet, à sua magnífica actuação em palco, na vizinha Espanha. Um Fim-de-semana que ficará gravado…no coração. Um sincero e sentido obrigado a todos que nos proporcionaram tão agradáveis e carinhosos momentos. A reportagem fotográfica encontra-se espalhada um pouco por todos os participantes, que com certeza, reviverão de vez em quando esses momentos de confraternização e carinho. Numa pequenina prece a Deus, ousamos pedir-lhe que nos dê saúde para que, para o ano, possamos de novo reeditar tão ternos e felizes momentos.